sexta-feira, 15 de julho de 2011

SER PRESIDENTE

Ser Presidente de um Clube de bairro, é muito exigente.


Primeiro porque não estamos a tempo inteiro, segundo as equipas directivas são na maior das vezes para o papel e para trabalhar ficam dois ou três. O trabalho estende-se quer pela secretaria, tesouraria, obras e manutenção, acompanhamento de atletas e organização de eventos.

Como se pode ver as competências são variadas e alargadas. Diria que o Presidente é “pau para toda a obra”. Mas não desanimo, porque tenho um objectivo: o de tornar o União Sport Clube de Mira Sintra, num clube apetecível .

Quando digo num clube apetecível, refiro-me para quando for as eleições, apareçam várias listas a concorrerem e se isso acontecer é sinal que o clube tem futuro. Então posso descansar de consciência tranquila de fiz um bom trabalho.

Cansado mas animado.

quinta-feira, 7 de julho de 2011

APRENDER ATÉ...

Vinha eu de viagem, quando recebo um telefonema do meu irmão mais velho.
a voz transbordava de alegria e ansiadade. Parecia um miudo pequeno, do mais genuíno e aquilo que os miudos mais têm de bom.
O meu irmão tem o 7º antigo incompleto, devido à lingua estrangeira o Inglês. A área foi a comercial, tirada na Ferreira Dias, escola onde grande parte dos meus amigos frequentaram.
Lembro-me que ele tinha uma disciplina que era de Caligrafia, onde tinham uns aparos tipo Francês e Inglês, e os mata borrões (pedaços de papel macio e obsorvente); então tinham de desenhar as letras com aqueles aparos. Isto foi só um aparte.
Voltando ao telefonema do meu irmão. Ele ligo-me para me dizer que ia tirar um curso de informática, que não podia ficar para trás. Tinha de acompanhar a evolução e a sua filha.
Fiquei contente por ele e pela sua alegria em querer aprender.
Força MANO.

domingo, 12 de junho de 2011

UMA IDEIA.

Esta mensagem foi publicada em 11 Janeiro de 2010, num outro Bloog.


UMA IDEIA...





Hoje vou escrever sobre uma ideia, que me anda a remoer, já a algum tempo e fugir um pouco ao âmbito do blog.

Tenho pensado no nosso País e no estado em que estamos, e por isso cá vai:

As finanças e economia, do nosso País faz-me lembrar em parte a politica que os clubes da 1ª liga, têm em relação aos bilhetes. Passo a explicar. Um estádio com 40 mil lugares, com bilhetes a 5€, o clube faria 200 mil €, mas acontece que em média o clube leva 20€ por bilhete, o que se tiver 10 mil adéptos faz à mesma os 200 mil mas o esforço desse valor recai sobre 1/4 do estádio, e assim está em parte o nosso País em relação ao esforço que os contribuintes fazem para sustentarem toda a máquina do estado. O que eu sugeria era por exemplo; e não se compreende por que tendo uma industria automóvel, se pague o IA mais o IVA, ora se abolisse o IA, os carros ficavam mais baratos e as vendas disparavam, e com isso também as receitas relativas ao IVA desse produto seriam maiores, e provalvelmente compensaria o IA. Não faz sentido que os portugueses comprem um carro fabricado no seu País mais barato se o comprarem em Espanha ou em Itália. É um contra senso.

Eu continuo a pensar que nós portugueses, se não tivesse-mos uma ecónomia paralela, o povo além do que é visivel e dos casos de fome que existe realmente, já teriamos feito uma guerra cívil. E agora contra mim escrevo. Há uns anos atrás e não muitos, fugia-se aos impostos (comprar sem factura) para enriquecer, hoje foge-se para pagar a contribuição á Segurança Social, além de se declarar um ordenado para descontos e outro para receber. Se nós vereficarmos, a maior parte do pequeno comercio os trabalhadores por conta própria, fazem os descontos pelo o ordenado minímo, em prejuíso da futura reforma, mas os seus rendimentos podem ser maiores e não declarados. O que eu penso é que se deveria estudar uma forma mais justa e quase impossivel de se transacionar mercadorias sem factura, para que as condições de concorrência fossem iguais para todos; o que não se observa actualmente.

Em 30 anos que levo de vida activa, já trabalhei em fábricas, por contra própria, nas obras, e actualmente trabalho por conta de outrem. Também já tive desempregado, mas "fiz-me sempre á vida".

Eu quero mudar e estou desposto a mudar, porque continuo a pensar que se todos pagarmos pagamos menos. Tem de haver coragem para mudar, e gostava de ver alguém com nome e estudos que fizesse um levantamento destas situações que aqui inumero. Penso ainda que se houvesse vontade era fácil de acabar em grande parte com o flagelo da ecónomia paralela. Hoje em dia se as Finanças quiserem até sabem o papel higiénico que consumimos, era uma questão de maior fiscalização nas fontes de produção. Porque se um establecimento comprar três barris de 50 litros de cerveja, não pode ter só 400 imperiais registadas, e isto é só um exemplo. Não quero e não estou acusar toda uma classe, que emprega a grande parte da população do nosso País, mas que existe, existe e no fundo todos nós sabemos, que existe.

Publicada por david josé hortinha gordilho em 20:18 0 comentários Hiperligações para esta mensagem Segunda-feira, 11 de Janeiro de 2010

oinconformado: UMA IDEIA...

oinconformado: UMA IDEIA...

terça-feira, 31 de maio de 2011

AFECTOS

Na vida real, por vezes não conseguimos transmitir ou fazer sentir aquilo que verdadeiramente queremos: AFECTOS.
Considero que mediantes vários estados de sentir a vida ou os relaciomamentos que temos, também os afectos que transmitimos. têm vária formas: um olá mais ternurento, um bom dia mais caloroso, um beijo...enfim temos várias formas de ... mimar quem mais gostamos.
Hoje senti uma voz diferente, fiquei preocupado... espero que não seja nada.
Mas por vezes há um canal de ligação que nos dá essas informações.
São os AFECTOS

terça-feira, 24 de maio de 2011

MÃE

Hoje tenho de voltar...uns anos...muitos anos atrás.
Durante a nossa vida temos e sentimos várias formas de afecto das nossas Mães. Hoje senti de uma forma algo diferente esse afecto. Hoje com 46 anos... senti-me de novo menino indefeso e um abraço invivisel de protecção da minha Mãe, como que a dizer... estou aqui, podes contar comigo, para o que der e vier.
Estranha sensação, quando nós próprios somos pais... mas continuamos a ser filhos.
Um grande beijo MÃE.

quarta-feira, 11 de maio de 2011

APAGAR FOGOS

Todos aqueles que me conhecem, sabem quais as minhas convicções políticas. No entanto não temos de ser carneiros e seguir em rebanho como tal, mas também temos de nos pôr no nosso lugar e respeitar o leader e não nos pôr-mos em bicos de pé e com isso estragar o trabalho do mesmo.
Vem isto a propósito do Sr. Catroga, que logo no dia seguinte ao Presidente do PSD, Pedro Passos Coelho ter afirmado que não acabava com nenhum escalão do IVA, vem num jornal a dizer o contrário.
Isto não é ajudar o Partido e nem o País, isto é baralhar e dar força à ideia de que os políticos andam ao sabor do vento, sem falarem a uma só voz.
Por favor digam ao Sr. Catroga que já fez a parte dele, agora pode-se calar e deixar o Partido trabalhar.
Obrigado.